domingo, 9 de setembro de 2012

A "Sabedoria" do Homem

Tenho-vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, Eu venci o mundo. 
João 16:33

Porque a palavra da cruz é loucura para os que perecem; mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus.
Porque está escrito: Destruirei a sabedoria dos sábios, E aniquilarei a inteligência dos inteligentes.
Onde está o sábio? Onde está o escriba? Onde está o inquiridor deste século? Porventura não tornou Deus louca a sabedoria deste mundo?
Visto como na sabedoria de Deus o mundo não conheceu a  Deus pela sua sabedoria, aprouve a Deus salvar os crentes pela loucura da pregação.
Porque os judeus pedem sinal, e os gregos buscam sabedoria;
Mas nós pregamos a Cristo crucificado, que é escândalo para os judeus, e loucura para os gregos.
Mas para os que são chamados, tanto judeus como gregos, lhes pregamos a Cristo, poder de Deus, e sabedoria de Deus
1 Coríntios 1:18-24 


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"E era toda a terra de uma mesma língua, e de uma mesma fala. E aconteceu que, partindo eles do oriente, acharam um vale na terra de Sinar; e habitaram ali... E disseram: Eia, edifiquemos nós uma cidade e uma torre cujo cume toque nos céus, e façamo-nos um nome, para que não sejamos espalhados sobre a face de toda a terra." Gênesis 11: 1-4

O coração humano procura sempre um nome, uma parte, e um centro na terra. Nada sabe dos desejos quanto ao céu, do Deus do céu ou da glória do céu. Deixado entregue a si, encontrará sempre os seus fins neste mundo; edificará sempre "abaixo dos céus". São precisos a chamada de Deus, a revelação de Deus e o poder de Deus, para elevar o coração do homem acima deste mundo, pois o homem é uma criatura rasteira — alienado do céu, e ligado à terra. No quadro que agora temos perante nós não há reconhecimento de Deus, nem um olhar para cima nem esperança n'Ele; nem tão-pouco se tratou de pensamento do coração humano para fazer um lugar no qual Deus pudesse habitar — juntar materiais para a construção de um lugar para Ele. O Seu nome nunca é mencionado. Fazer um nome para si próprio, foi o objetivo do homem na planície de Sinar; e tal tem sido o seu objetivo desde então.

Quer contemplemos o homem na planície de Sinar ou nos bancos do Tigre, vemos que ele é sempre na mesma criatura, independente, orgulhoso, e sem Deus. Existe uma consistência melancólica em todos os seus propósitos, nos seus princípios e caminhos; procura sempre pôr Deus de parte e exaltar-se a si próprio.

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