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segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Gênesis 27


Quando se tira os olhos de Cristo... perde-se a chave para todas as coisas.

Leia em http://www.bibliaonline.com.br/acf/gn/27

Ao nos lembrarmos de que Esaú foi rejeitado, primeiro por ter rejeitado a bênção, não devemos pensar que Jacó tenha sido escolhido por haver qualquer dignidade nele. Pois ele não tinha nenhuma. Será que isto não nos faz entender o quanto Jacó devia a Deus? Era tudo por graça apenas. Que grupo de pessoas falhas vemos neste capítulo. 

Isaque podia estar fingindo que ia morrer, já que viveu mais 40 anos. Seu apetite o colocou em dificuldades. Certamente aqueles não eram pensamentos que deviam ocupar a mente de um homem piedoso (vers. 4). As ações de Rebeca são indesculpáveis. Um problema leva a outro. Jacó engana. (Agora leia 1 Co 10:11,12). Que capítulo de obstinação, desejos carnais, engano e mentira. "Mas, onde o pecado abundou, superabundou a graça" (Rm 5:20).



segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

O Testemunho do Espírito Santo e Seus Resultados

(Comentário Gênesis 24 - Parte 3)

É especialmente instrutivo encontrar neste capítulo 24 de Gênesis uma tão notável e encantadora figura da missão e do testemunho especial do Espírito Santo. O servo de Abraão, buscando uma noiva para Isaque, mostra toda a dignidade e riqueza com que o pai o havia dotado; o amor de que ele era alvo; e, em suma, tudo que era calculado para enternecer o coração e afastá-lo das coisas temporais. Ele mostrou a Rebeca um objetivo à distância, e pôs diante dela a bem-aventurança de ser tornada em um com aquele ente amado e altamente favorecido. Tudo que pertencia a Isaque viria a pertencer também a Rebeca, quando ela se tornasse parte dele. Este foi o seu testemunho. Este é, também, o testemunho do Espírito Santo. Ele fala de Cristo, da glória de Cristo, da beleza de Cristo, da plenitude de Cristo, da graça de Cristo, das "riquezas incompreensíveis de Cristo", da dignidade da Sua Pessoa e da perfeição da Sua obra.

O ensino mais espiritual será sempre caracterizado por completa e constante apresentação de Cristo: Ele será sempre o motivo de tal ensino. O Espírito não pode fixar a atenção em coisa alguma senão Jesus. Deleita-Se em falar d'Ele. Compraz-Se em mostrar os Seus atrativos e as Suas perfeições. Por isso, quando alguém fala do poder do Espírito de Deus haverá sempre mais de Cristo do que qualquer outra coisa no seu ministério. Numa tal pregação haverá pouco lugar para a lógica e a razão. Estas coisas podem ser muito boas quando alguém deseja mostrar-se, porém o único objetivo do Espírito  —  notem bem todos os que exercem o ministério — será sempre o de revelar Cristo.

Pensemos, agora, por último, nos resultados de tudo isto. Uma coisa é falar das glórias da Igreja, e outra inteiramente diferente ser-se praticamente influenciado por essas glórias. No caso de Rebeca o efeito foi notável e decisivo. O testemunho do servo de Abraão ecoou aos seus ouvidos e penetrou fundo no seu coração e desligou inteiramente as afeições de seu coração das coisas que a rodeavam. Estava pronta a deixar tudo a fim de conhecer tudo que  lhe havia sido contado. Era normalmente impossível que ela pudesse ser o alvo de um tão elevado destino e continuasse todavia no meio das circunstâncias da natureza. Se aquilo que lhe era dito quanto ao futuro era verdadeiro, prender-se com o presente seria a pior de todas as loucuras. Se a esperança de ser a esposa de Isaque, co-herdeira com ele de toda a sua dignidade e glória, era uma realidade, continuar a apascentar as ovelhas de Labão equivaleria a desprezar tudo quanto Deus, em graça, havia posto diante de si.

Mas não, as perspectivas eram brilhantes demais para serem desprezadas. Verdade é que ela não havia ainda visto Isaque, nem a herança, mas acreditou no testemunho dado a seu respeito, e recebeu, com efeito, o penhor desse testemunho; e estas duas coisas eram suficientes para o seu coração; e por isso ela levantou-se sem hesitação e mostrou o seu desembaraço em partir na sua decisão memorável: “Eu irei”. Ela estava inteiramente pronta a fazer uma jornada desconhecida na companhia de um que lhe havia falado de um objetivo distante e de glória ligada com ele, à qual ela estava prestes a ser elevada. Exemplificação bela e tocante esta da Igreja sob a condução do Espírito Santo de viagem para ir ao encontro do Noivo celestial. Isto é o que a Igreja deveria ser; mas, infelizmente, existe nisto fracasso triste.

E é isto precisamente que nós necessitamos, este ministério do Espírito de Deus, mostrando Cristo às nossas almas, produzindo em nós desejo ardente de O ver como Ele é, e sermos semelhantes a Ele para sempre. Nada senão isto jamais desligará os nossos corações da terra e da natureza. O quê, a não ser a esperança de se ligar a Isaque, poderia ter levado Rebeca a dizer "irei", quando o seu irmão e sua mãe disseram "fique a donzela conosco alguns dias, ou pelo menos dez dias?" Assim é conosco: nada, senão a esperança de vermos Jesus como Ele é, e de sermos semelhante a Ele, nos poderá habilitar ou levar a purificarmo-nos a nós próprios, assim como Ele é puro (1 Jo 3:3).

C. H. Mackintosh. Fonte: http://www.scribd.com/doc/105168410/Notas-Sobre-o-Pentateuco-Genesis-C-H-Mackintosh

domingo, 6 de janeiro de 2013

A Igreja, o Complemento de Cristo


(Comentário Gênesis 24 - Parte 2)

A Igreja goza de vida divina; ela encontra-se em justiça divina; e a esperança que a anima é a esperança de justiça (ver passagens citadas no texto anterior). Isto emana do fato de ela ser um com Aquele que ressuscitou de entre os mortos. Ora nada pode dar tanta segurança ao coração como a convicção que a existência da Igreja é essencial para a glória de Cristo: "... a mulher é a glória do varão" (1 Co 11:7). Outro tanto, a Igreja é chamada "a plenitude daquele que cumpre tudo em todos" (Ef 1:23). Esta última expressão é notável. A palavra traduzida "plenitude" quer dizer o complemento, aquilo que, sendo acrescentado a alguma coisa mais, faz um todo. Encarando o assunto sob este ponto de vista não é de admirar que a Igreja tivesse sido o objeto dos pensamentos eternos de Deus. Quando a contemplamos como o corpo, a noiva, a companheira, a outra metade do Seu Filho unigênito, vemos que houve, pela graça, uma razão maravilhosa para Deus ter assim pensado nela antes da fundação do mundo (Ef 1.4).


Rebeca era necessária para Isaque, e, portanto, ela era o assunto de conselho secreto, enquanto estava ainda em absoluta ignorância quanto ao seu destino. Todo o pensamento de Abraão era acerca de Isaque. "Põe agora a tua mão debaixo da minha coxa para que eu te faça jurar pelo SENHOR, Deus dos céus e Deus da terra, que não tomarás para meu filho mulher das filhas dos cananeus, no meio dos quais habito." (vv. 2-3) Aqui vemos que o ponto importante era: mulher para meu filho. "Não é bom que o homem esteja só." (Gn 2.18) Isto descobre uma profunda e bem-aventurada vista da Igreja. Nos desígnios de Deus ela é necessária para Cristo; e na obra consumada de Cristo foi feita provisão divina para a sua chamada à existência. Deus quer "fazer as bodas de Seu Filho", e a Igreja é a noiva escolhida — ela é o objeto do propósito do Pai, o objeto do amor do Filho e do testemunho do Espírito Santo. Ela vai ser participante de toda a dignidade e glória do Filho, assim como é participante de todo esse amor de que Ele tem sido o objeto eterno. Escutai as Suas Palavras: "E Eu dei-lhes a glória que a mim me deste, para que sejam um, como nós somos um. Eu neles, e tu em mim, para que eles sejam perfeitos em unidade, e para que o mundo conheça que tu me enviaste a mim e que tens amado a eles como me tens amado a mim" (Jo 7:22-23).


Isto resolve toda a questão. As palavras que acabo de reproduzir dão-nos os pensamentos do coração de Cristo a respeito da Igreja. Ela está destinada a ser como Ele é, e não somente isto, mas ela é-o agora; como o apóstolo João nos diz: "Nisto é perfeita a caridade (amor) para conosco, para que no dia do juízo tenhamos confiança; porque, qual ele é, somos nós também neste mundo" (1 Jo 4:17). Isto dá plena confiança à alma. "... no que é verdadeiro estamos, isto é, em seu filho Jesus Cristo" (1 Jo 5:20). Não existe aqui fundamento para a incerteza. Tudo está seguro para a noiva no Noivo. Tudo que pertencia a Isaque ficou sendo de Rebeca, porque Isaque era dela; e do mesmo modo tudo que é de Cristo é facultado à Igreja: "... tudo é vosso: seja Paulo, seja Apolo, seja Cefas, seja o mundo, seja a vida, seja a morte, seja o presente, seja o futuro, tudo é vosso, e vós, de Cristo, e Cristo, de Deus" (1 Co 3:21-23). 

Cristo é Cabeça da Igreja sobre todas as coisas (Ef 1:22). Será Seu gozo, em toda a eternidade, exibir a Igreja na glória e beleza com que Ele a dotou, pois a sua glória e beleza serão apenas o Seu reflexo. Os anjos e os principados verão na Igreja a manifestação maravilhosa da sabedoria, do poder, e da graça de Deus em Cristo.



quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Rebeca, Figura da Igreja

(Comentário Gênesis 24 - Parte 1)


A ligação deste capítulo com os dois que o precedem é digna de nota. No capítulo 22 Isaque é oferecido; no capítulo 23 Sara é posta de lado; e no capítulo 24 o servo é enviado em procura de uma noiva para aquele que foi, com efeito, em figura, recobrado dos mortos. Esta ligação coincide de uma maneira notável com a ordem dos acontecimentos referentes à chamada da Igreja. Quando nos voltamos para o Novo Testamento os grandes acontecimentos que chamam a nossa atenção são, em primeiro lugar, a rejeição e morte de Cristo; em segundo lugar, Israel é posto de parte; e, por último, dá-se a chamada da Igreja para ocupar a elevada posição de noiva do Cordeiro. Ora tudo isto corresponde exatamente com este e os dois capítulos precedentes.

Para a boa compreensão de todo o capítulo, devemos considerar os seguintes pontos: 1. — o pacto,-  2.  — o testemunho; 3. — os resultados. É encantador notarmos como a chamada e exaltação de Rebeca foram fundadas sobre o pacto entre Abraão e o seu servo. Ela não sabia nada a esse respeito, embora fosse, nos desígnios de Deus, o objetivo de tudo isso. Assim é com a Igreja de Deus como um todo, e cada parte constituinte: "... no teu livro  todas estas coisas foram escritas, as quais iam sendo dia a dia formadas, quando nem ainda uma delas havia" (Sl 139:16). "Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o qual nos abençoou com todas as bênçãos espirituais nos lugares celestiais em Cristo, como também nos elegeu nele antes da fundação do mundo, para que fôssemos santos e irrepreensíveis diante dele em amor" (Ef 1:3,4). "Porque os que dantes conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que Ele seja o primogênito de entre muitos irmãos. E aos que predestinou, a esses também chamou; e aos que chamou, a esses também justificou, e aos que justificou, a esses também glorificou" (Rm 8:29-30).

Estas passagens estão todas de harmonia com o assunto que passamos imediatamente a considerar. A chamada, a justificação, e a glória da Igreja são fundadas no propósito eterno de Deus — a Sua Palavra e juramento retificados pela morte, ressurreição e exaltação de Seu Filho. Muito antes, antes do raiar do tempo, nos profundos recessos da mente eterna de Deus, acha-se este maravilhoso propósito a respeito da Igreja, o qual não pode, de nenhum modo, ser separado do pensamento divino quanto à glória do Filho. O juramento entre Abraão e o servo tinha como seu objetivo a  procura de uma noiva para o filho. Foi o desejo do pai acerca do filho que levou a toda a dignidade posterior de Rebeca.

E agradável vermos isto. Agradável ver como a segurança e bênção da Igreja estão inseparavelmente ligadas com Cristo e a Sua glória: "Porque o varão não provém da mulher, mas a mulher, do varão. Porque também o varão não foi criado por causa da mulher, mas a mulher, por causa do varão" (1 Co 11:8-9). O mesmo acontece com a parábola da ceia: "O reino dos céus é semelhante a um certo rei que celebrou as bodas de seu filho" (Mt 22:2). O FILHO é o grande objeto de todos os desígnios de Deus: e se alguém é trazido para a bênção, ou glória, ou dignidade, só o pode ser por ligação com Ele. O direito a estas coisas, e até mesmo à própria vida, foi perdido pelo pecado; porém Cristo cumpriu a pena do pecado; Ele responsabilizou-Se por tudo a favor da Igreja: foi pregado na cruz como seu substituto, levou os seus pecados no Seu corpo sobre a cruz, e baixou à sepultura sob o peso deles. Por isso nada pode ser mais completo do que a libertação da Igreja de tudo que era contra ela. Ela é vivificada da sepultura de Cristo, onde todos os seus pecados foram deixados. A vida que ela tem é uma vida tomada do outro lado da morte, depois de todas as exigências possíveis terem sido satisfeitas. Por isso, esta vida é ligada e fundada sobre a justiça divina, tanto mais que o direito de Cristo à vida é baseado sobre o fato de ter esgotado inteiramente o poder da morte; e Ele é a vida da Igreja. Desta maneira a Igreja goza de vida divina; ela encontra-se em justiça divina; e a esperança que a anima é a esperança de justiça (vede, entre outras, as passagens seguintes, Jo 3:16,36; 5:39,40; 6:27,40,47,68; 11:25;17:2; Rm 5:21;6:23; 1 Tm 1:16; 1 Jo 2:25; 5:20; Judas 21; Ef 2:1 a 6,14,15; Cl 1:12-22;2:10-15; Rm l:17;3:21-26;4:5,23-25; 2 Co 5:21; Gl 5:5).

(Continua...)

Gênesis 24

Ressurreição... o glorioso intérprete dos caminhos e propósitos de Deus, e o pleno e eterno testemunho do Seu amor e poder.

Leia em http://www.bibliaonline.com.br/acf/gn/24

Não lemos muito do caráter de Isaque. Abraão era ativo e agressivo, Isaque parece quieto e retraído. Existe um lampejo de seu caráter nos versículos 62 e 63. Neste servo que busca por uma noiva para o filho de seu senhor, temos uma linda figura da obra do Espírito Santo no mundo hoje. Ele está buscando uma noiva para Cristo, o Isaque celestial. A família pergunta à moça Rebeca se ela tem o desejo de ir com o homem (vers. 58). Repare na resposta clara que ela dá. Você está desejoso de seguir o Espírito Santo? Ele só pode guiar você a um centro na terra enquanto você viaja para encontrar seu "Isaque". Este Centro é Cristo. O Espírito de Deus não pode separar os crentes, isto é a obra de Satanás. Estamos nós desejosos de sermos guiados pelo Espírito de Deus, ou será que achamos que temos o direito de escolher? Estar reunido somente para o nome do Senhor Jesus Cristo é a obra do Espírito de Deus hoje. Segui-Lo sem hesitar é ser levado a um lugar de paz e gozo só conhecido quando agimos fazendo assim. 

Gn 24:62-67 Quando estávamos lendo no final do capítulo 22, mencionamos o nascimento de Rebeca. Agora a vemos aqui quase a encontrar seu futuro marido. Ligue as duas partes. Nós somos a noiva. Estamos a ponto de encontrar nosso amado Senhor Jesus! Aqui lemos de "amor" pela segunda vez. Amor de Cristo por Sua noiva. Você se lembra da menção anterior? O homem que está acompanhando Rebeca é uma figura do Espírito Santo. Pare um minuto para ler como a Bíblia termina. Ap 22:17. Percebe a ligação?

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Gênesis 22

Deus abençoa pela revelação de Seu amor.

Leia em http://www.bibliaonline.com.br/acf/gn/22

Gn 22:1-14 Abraão recebeu muitas promessas de Deus e houve muito encorajamento para ele. Agora vem a grande prova de sua vida. Estará ele desejoso de crer em Deus? Depois que tiver lido estes 14 versículos, vá até Hebreus 11:17-19. Tome um minuto do seu tempo para ler também os versículos 8-12. Deus foi satisfeito. Crer em Deus é a maior honra que podemos dar a Ele. Na perspectiva de Gênesis desta história, lemos o que Abraão fez; em Hebreus 11 lemos por que ele fez. 

Gn 22:2 A primeira menção do amor na Bíblia. Aqui é o amor do pai por seu filho - uma bela figura do amor de Deus por Seu Filho. Quase que as mesmas duas palavras são repetidas nos versículos 2, 3, 6, 7, 8 e 13. Repare na frase que é repetida nos versículos 6 e 8. Você consegue ver nessa história o quanto ela se assemelha a Deus Pai indo com Seu Filho até a cruz? O Senhor Jesus Se entregou como um sacrifício perfeito a Deus. Hb 9:26, 10:12. Esta história é uma fraca figura do sacrifício perfeito na cruz do Calvário. Nosso bendito Salvador foi até o fim. Nenhum substituto foi encontrado para Ele. A pergunta feita no versículo 7 não fica totalmente respondida até chegarmos ao Evangelho de João, capítulo 1, versículos 29 e 36. 

Gn 22:15-19 As grandes e gloriosas bênçãos prometidas a Abraão por causa de sua obediência. Algo maravilhoso aqui. Isaque não é visto do versículo 12 em diante. Ele desaparece. Sendo um tipo de Cristo na cruz, sabemos que o mundo nunca mais viu o Senhor Jesus após Ele ter sido tirado da cruz. Nenhum incrédulo O viu após a Sua ressurreição. A próxima vez em que O veremos será quando descer para nós, Sua noiva. Leia agora os versículos 20 ao 23. A primeira mulher a nascer e receber um nome que é mencionada na Bíblia. Quem é essa que está escondida nestes versículos? A futura noiva de Isaque! Não lemos a respeito dela por cerca de 20 anos até ela ir se encontrar com Isaque!

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