Mostrando postagens com marcador satanás. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador satanás. Mostrar todas as postagens

domingo, 13 de março de 2016

As Quatro Objeções de Faraó - A Primeira Objeção

As Quatro Objeções de Faraó


Resta-nos considerar ainda o terceiro ponto desta parte do livro, a saber, as quatro objeções ardilosas de Faraó à libertação completa e inteira separação do povo de Deus do Egito.

 

A Primeira Objeção


A primeira destas objeções encontra-se no capítulo 8:25. "Então, chamou Faraó a Moisés e a Arão e disse: Ide e sacrificai ao vosso Deus nesta terra". E desnecessário acentuar aqui que, quer sejam os magos com a resistência que opõem ou Faraó com as suas objeções, é realmente Satanás que está atrás de toda esta cena: e o seu objetivo, nesta proposta de Faraó, consistia em impedir o testemunho do nome do Senhor—um testemunho ligado com a separação completa entre o Seu povo e o Egito. É evidente que um tal testemunho não podia ser dado se eles tivessem continuado no Egito, ainda mesmo que tivessem oferecido sacrifícios ao Senhor. Os israelitas ter-se-iam então colocado no mesmo terreno que os egípcios, e teriam posto o Senhor ao mesmo nível dos deuses do Egito. Então os egípcios poderiam ter dito aos israelitas: "Não vemos nenhuma diferença entre nós; vós tendes o vosso culto, e nós temos o nosso; é tudo a mesma coisa".

Os homens consideram perfeitamente natural que cada qual tenha uma religião, seja qual for. Contanto que sejamos sinceros e não haja interferência na crença do próximo, pouco importa a forma da nossa religião. Tais são os pensamentos dos homens a respeito daquilo que eles chamam religião; porém é bem claro que a glória do nome de Jesus não é tida em conta em tudo isto. O inimigo opor-se-á sempre à ideia de separação, e o coração do homem nunca poderá compreendê-la. O coração humano pode aspirar à piedade, porque a consciência testifica que não está tudo em regra; mas ao mesmo tempo anela seguir o mundo: gosta de sacrificar a Deus na terra; assim quando se aceita uma religião mundana e se recusa sair ou fazer separação dela (2 Co 6), o objetivo de Satanás é alcançado. O seu plano invariável, desde o princípio, consiste em impedir o testemunho dado ao nome de Deus na terra. Tal era o fim escuro da proposta, "Ide e sacrificai ao vosso Deus nesta terra". Que fim o do testemunho, se esta proposta tivesse sido aceite! O povo de Deus no Egito e o Próprio Deus associado com os ídolos do Egito! Que terrível blasfêmia!

C. H. Mackintosh.

terça-feira, 8 de março de 2016

Êxodo 8

A cruz de Cristo é o lugar onde a vontade de Deus cruzou com a vontade do homem.

ÊXODO 8  

Êx 8:1-7 O segundo castigo; mas os homens de Satanás ainda estão trabalhando!

Êx 8:8-15 Só o Senhor poderia fazer cessar o problema. Moisés ora por aqueles que estavam causando os problemas, pois Faraó parecia estar cedendo um pouco.

Êx 8:6-19 O terceiro castigo. Satanás não tem poder para produzir vida do pó. Só Deus dá vida a qualquer criatura. Satanás sempre tenta imitar Deus. Hoje escutamos de milagres sendo feitos; tenhamos cuidado com as imitações de Satanás.

Êx 8:20-24 O quarto castigo. Quão gracioso da parte do Senhor poupar Seu povo! Ele fez diferença (vers. 22-23). Lembre-se sempre de que somos um povo separado! Não existe algo como uma irmandade comum a todos os homens!

Êx 8:25-32 Moisés entende esta separação e não irá concordar em sacrificar a Deus na terra do Egito. Os Israelitas devem ir sozinhos - não deve haver mistura de Egípcios e Israelitas. Quão triste é vermos locais de profissão cristã em nossos dias que convidam qualquer pessoa que passe para "adorar conosco".
 

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

A Aparência de Piedade

(Comentário sobre Êxodo 7)

Contudo, os magos do Egito só puderam imitar os servos do Deus vivo em três coisas, a saber: tornaram as suas varas em serpentes (capítulo 7:12); transformaram a água em sangue (capítulo 7:22), e fizeram subir as rãs sobre a terra (capítulo 8:7); porém, quanto ao quarto sinal, que implicava a exibição da vida, em ligação com a manifestação da humilhação da natureza, viram-se inteiramente confundidos e tiveram de reconhecer "isto é o dedo de Deus" (capítulos 8:16 a 19). Assim sucede também com os que resistem nos últimos dias. Tudo quanto fazem é segundo o poder direto de Satanás e dentro dos limites do seu poder. Além disso, o seu fim específico é resistirem à verdade.

As três coisas que Janes e Jambres puderam executar foram caracterizadas por poder satânico, morte e impureza; quer dizer, as serpentes, o sangue e as rãs. Foi assim que "resistiram a Moisés" e, "assim também estes resistem à verdade", e impedem a sua ação moral sobre a consciência. Nada há que tanto contribua para enfraquecer o poder da verdade como ver pessoas que não se encontram sob a sua influência fazerem as mesmas coisas que aqueles que estão debaixo dela fazem. Assim opera Satanás no momento atual. Ele procura fazer com que todos os homens sejam considerados como cristãos; quer fazer-nos crer que estamos rodeados de "um mundo cristão", porém esse pretenso mundo cristão não passa de uma cristandade professa, a qual, longe de dar testemunho da verdade é aqui destinada, segundo os propósitos do inimigo da verdade, para se opor à influência purificadora da verdade.

Em resumo, o servo de Cristo, testemunha da verdade, está rodeado, de todos os lados, pelo espírito de "Janes e Jambres"; e é conveniente que recorde este fato, que conheça inteiramente o mal com que tem que lutar e não esqueça que se trata da imitação que o diabo faz da realidade de Deus, produzida, não pela vara de um mago declaradamente mau, mas, sim mediante os atos de falsos religiosos, que têm "aparência de piedade", "mas negam a eficácia dela"; pessoas que fazem coisas aparentemente boas e justas, mas que não têm a vida de Cristo em suas almas, nem o amor de Deus em seus corações, nem tampouco o poder da Palavra de Deus em suas consciências. "Não irão porém avante", acrescenta o apóstolo, "porque a todos será manifesto o seu desvario, como também o foi o daqueles". Com efeito a insensatez de Janes e Jambres foi manifesta a todos, quando não somente se viram impotentes para continuar a imitar os atos de Moisés e Arão, como foram envolvidos nos juízos de Deus. Isto é um ponto muito importante. A insensatez de todos aqueles que não possuem mais do que a aparência será manifestada. Não somente serão incapazes de imitar os efeitos plenos e próprios da vida e poder divinos, como eles mesmos virão a ser os objetos dos juízos que resultaram da rejeição da verdade que eles próprios rejeitaram.
Alguém dirá que tudo isto não encerra instrução para uma época, como a nossa, de aparência sem eficácia?- Certamente que tem; são exemplos que deveriam exercer influência sobre toda a consciência em poder vivo e falar a todos os corações com assentos solenes e penetrantes: deveriam levar-nos a examinarmo-nos seriamente para sabermos se estamos dando testemunho da verdade e se andamos segundo a eficácia da piedade ou se somos um obstáculo dela neutralizando os seus efeitos por só termos a sua aparência. Os efeitos da eficácia da piedade serão manifestados se nós permanecermos nas coisas que temos aprendido (2 Tm 3.14). Só aqueles que são ensinados por Deus poderão permanecer nessas coisas—aqueles que, pelo poder do Espírito de Deus, têm bebido da água da vida na fonte pura da inspiração divina.

Graças a Deus, em todas as frações da Igreja professa há muitas destas pessoas. Aqui e ali, há muitos cujas consciências foram lavadas no sangue expiador do "Cordeiro de Deus", e cujos corações batem com verdadeiro afeto pela Pessoa do Senhor Jesus, e cujos espíritos são animados com "a bendita esperança" de O verem assim como Ele é e de serem feitos eternamente semelhantes à Sua imagem. É animador podermos pensar em tais pessoas. É uma misericórdia inefável podermos ter comunhão com aqueles que podem dar a razão da sua esperança e da posição que ocupam como filhos de Deus. Que o Senhor aumente o seu número dia a dia: e que a eficácia da piedade se espalhe mais e mais nestes últimos dias, para que se levante um testemunho brilhante e bem mantido ao nome d'Aquele que é digno de ser exaltado!

C. H. Mackintosh

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

A Escravidão

(Comentário Êxodo 5)

O resultado da primeira visita a Faraó parece ter sido bem pouco animador. O pensamento de perder os israelitas levou-o a tratá-los com maior crueldade e a sujeitá-los a redobrada vigilância. Sempre que o poder de Satanás é restringido a um ponto o seu furor aumenta. Assim aconteceu neste caso. A fornalha ia ser apagada pela mão do amor libertador; porém, antes de o ser, ela arde com mais intensidade e ferocidade. O diabo não gosta de soltar nenhum daqueles que tem tido debaixo da sua garra terrível. Ele é "o valente", e quando "guarda, armado, a sua casa, em segurança está tudo quanto tem" (Lc 11:21). Porém, bendito seja Deus, há "outro mais valente do que ele", que lhe tirou "a sua armadura em que confiava", e repartiu os seus despojos pelos objetos favorecidos do Seu amor eterno.
"E depois, foram Moisés e Aarão e disseram a Faraó: Assim diz o SENHOR, Deus de Israel: Deixa ir o meu povo, para que me celebre uma festa no deserto" (capítulo 5:1). Tal era a mensagem do Senhor a Faraó. Deus reivindicava inteira libertação para o povo, sob o fundamento de ser o Seu povo e a fim de que pudessem celebrar-Lhe uma festa no deserto. Nada pode jamais satisfazer Deus acerca dos Seus eleitos senão a sua inteira libertação do jugo da servidão. "Desligai-o e deixa-o ir", é, realmente, o grande lema dos desígnios de Deus acerca daqueles que, embora retidos em servidão por Satanás, são,todavia, os herdeiros da Sua vida eterna.

Quando contemplamos os filhos de Israel no meio dos fornos de tijolo do Egito, temos perante nós uma figura exata da condição de todo o filho de Adão segundo a carne. Ei-los ali, esmagados sob o jugo mortífero do inimigo, sem poder para se libertarem. A simples menção da palavra liberdade não fez mais que aumentar o rigor do opressor para reforçar as cadeias dos seus cativos e carregá-los com um fardo ainda mais opressivo. Era, pois, absolutamente necessário que a salvação viesse de fora. Mas de onde havia de vir? - Onde estavam os recursos para pagar o seu resgate? - Ou onde estava a força para quebrar as cadeias? E, admitindo que ambas as coisas existiam, onde estava a vontade para o conseguir? Quem estaria disposto a libertá-los? - Ah! Não havia esperança nem de dentro nem de fora. Apenas podiam olhar para cima. O seu refúgio era Deus: Ele tinha tanto o poder como o querer; e podia efetuar a redenção por poder e por preço. No Senhor, e somente n'Ele estava a salvação do povo de Israel oprimido e arruinado.

É sempre assim em todos os casos. "E em nenhum outro há salvação, porque certo sim! debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos" (At 4:12). O pecador está debaixo do poder daquele que o domina com um poder despótico. Está "vendido sob o pecado" (Rm 7:14); está preso à vontade do diabo (2 Tm 2:26) — preso com as cadeias da concupiscência, da ira e da cólera, fraco (Rm 5:6), "sem esperança e sem Deus" (Ef 2:12). Tal é a condição do pecador. Como poderia, pois, libertar-se? Que poderia fazer? - Sendo escravo de outrem tudo que faz, fá-lo na qualidade de escravo. Os seus pensamentos, as suas palavras, os seus atos são os pensamentos, as palavras e os atos de um escravo. Sim, ainda mesmo quando chora e suspira por liberdade, as suas próprias lágrimas e suspiros são provas melancólicas da sua escravatura. Pode lutar por liberdade; mas a sua própria luta, embora evidencie um desejo de liberdade, é a declaração positiva da sua escravatura. 


sábado, 18 de agosto de 2012

Gênesis 3

Leia em http://www.bibliaonline.com.br/acf/gn/3

Quando estou crendo que só Ele é perfeito em Seus caminhos, então não faço coisa alguma sem primeiro falar com Ele.

Uma das passagens mais tristes em toda a Palavra de Deus... a queda do homem, sua separação do Deus santo que o criou e o amou. Então vem o anúncio daquilo que Deus iria graciosamente prover num futuro distante, para atender a necessidade do pecador caído e separado. Maravilhosa, maravilhosa verdade. Aprendamos isso no profundo de nosso coração!

Gn 3:1-7 Encontramos a serpente pela primeira vez, apresentada sem qualquer palavra de explicação: Eva comete vários erros. (1) Ela não devia ter escutado a serpente quando esta lhe falou. (2) Ela não devia ter falado com a serpente. (3) Ela devia ter ficado perto de seu marido. (4) Ela começou a raciocinar... o fruto era (A) bom para comer; (B) agradável aos olhos, (C) capaz de fazê-la sábia. (5) Ela desobedeceu a Deus, pois comeu o fruto. (6) Ela o deu a seu marido para ele comer. Desde então Satanás tem tido sucesso em trocar a verdade de Deus pelo engano e mentiras. Ele levou a raça humana ao pecado, miséria, violência, corrupção e morte; e para o perdido, o lago de fogo para sempre! E ainda assim as pessoas culpam a Deus pela condição atual do mundo.

Gn 3:7-10 Imediatamente após haverem desobedecido a Deus (pois a desobediência a Deus é pecado) eles viram que estavam nus... eles tinha recebido uma consciência... uma má consciência, pois se esconderam de Deus. Uma má consciência sempre nos faz ter medo de Deus.

Gn 3:11:24 O resultado de um ato de desobediência. O pecado sempre separa de Deus (Is 59:2). O pecado sai caro! A condição do mundo hoje é o resultado de um pecado.

Gn 3:15 Isto aponta diretamente para Cristo na cruz, destruindo Satanás (Hb 2:14).

Gn 3:16-17 Que contraste maravilhoso a esta tristeza é o gozo e a paz com Deus que o crente tem por meio da morte e ressurreição do Senhor Jesus Cristo (Rm 15:13).

Gn 3:21 Um animal deve morrer antes que as peles pudessem prover uma cobertura para Adão e Eva. Outra figura de Cristo como o Cordeiro de Deus, que morreu para nos limpar de nossos pecados e nos dar uma posição perfeita diante de Deus (Hb 10:14).

Gn 3:22 A árvore da vida tinha um propósito a ser cumprido no futuro. Vá até Ap 22:2. Nós crentes iremos comer do fruto daquela árvore, pois vamos viver para sempre!

Gn 3:23-24 A espada de juízo (castigo) os manteve fora do jardim. Mas a espada de juízo caiu sobre o Senhor Jesus (Zc 13:7) e através da morte do bom Pastor (Jo 10:11) a porta para o céu, para o paraíso de Deus, está aberta. 

Norman Berry. Fonte: http://chaday.blogspot.com.br/2006/03/genesis-3.html e http://www.stories.org.br/gn_p.html

Postagens populares