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terça-feira, 14 de maio de 2013

Gênesis 36



O vitupério de Cristo está sempre ligado ao Seu Nome (Atos 9).

Vemos quão gentilmente Esaú agiu, e podemos pensar que tudo deve estar bem com um caráter assim. Comparado com a falta de amabilidade de Jacó, Esaú chega a brilhar - para nossos olhos naturais. Mas o que dizer de seu coração? Vemos Esaú fazendo um nome para si e para sua família. Ele estava ligado à terra, não tinha um coração para Betel ("casa de Deus") e seu altar. Leia o que Deus fala de Esaú em Hb 12:16. A palavra "profano" é usada para descrever uma área fora do tabernáculo que era separada de qualquer propósito sagrado. Para Esaú, não havia lugar sagrado. Tudo estava ligado à carne e nada a Deus. Uma pessoa pode ter uma boa educação, viver uma vida muito respeitável, ser considerado um bom Cristão em sua comunidade, ser um grande sucesso nos negócios, e ainda assim não ter um pensamento sequer acerca de Cristo.

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Gênesis 33

 
Quem poderia prever que um Menino na manjedoura de Belém seria, ao mesmo tempo, o "Deus Poderoso"?

Depois de tudo isso, Jacó volta a seus velhos hábitos e truques. Deus transforma Esaú de um homem selvagem, vingativo, em alguém gentil. Às vezes tememos muito uma situação e não estamos fazendo o que Fl 4:6 nos diz. .

Gn 33:17-20 Você irá reparar as quatro coisas que Jacó edifica quando volta à sua terra. Primeiro, uma casa (não um altar como em 26:25). Depois, cabanas (currais) para seu gado. À medida que vai entrando na terra, ele tem outros pensamentos. Em terceiro lugar, ele comprou um campo. E finalmente, ele constrói um altar - Deus por último! (veja os comentários em 26:25 sobre estas coisas).

terça-feira, 2 de abril de 2013

Gênesis 32


A única descrição biográfica que Jesus deu de Si próprio foi, "Sou manso e humilde de coração" (Mt 11:29).

Gn 32:1-2 Outra prova do cuidado de Deus por Jacó. Deus envia um grupo de anjos ao encontro dele. Pode ajudar se você abrir em algumas passagens sobre anjos. Sl 34:7, Dn 6:22, Hb 1:4 e 1 Pd 1:12. Nelas vemos que os anjos não são apenas servos de Deus (Hb 1:7) mas nos servem também. Eles estão ao nosso redor hoje (Hb 13:2). A palavra "Maanaim" significa dois arraiais ou dois exércitos. Um arraial era formado por suas esposas, filhos e por ele próprio. O outro era um guarda-costas formado por anjos! Será que estamos menos protegidos? não. Mas este arraial só é visto por nós pelo olho da fé.

Gn 32:3-7 Ao invés de confiar na promessa de Deus, e nos anjos de Deus, Jacó faz seus próprios planos. Ele envia servos para dizerem a seu irmão Esaú o quão rico ele está. Mas Jacó fica mais apavorado quando escuta que Esaú está vindo com um exército de 400 homens!

Gn 32:8 Jacó divide sua família em dois grupos.

Gn 32:9-12 Quase como uma lembrança de última hora, ele ora a Deus!

Gn 32:13-23 Ele continua a armar estratagemas!

Gn 32:24-32 Um homem o encontra e luta com ele. Jacó persiste em lutar e em atracar-se ao anjo (na verdade o Senhor) até que lhe seja dada uma bênção. Sua coxa é tocada e pelo resto de sua vida ele andou mancando (vers. 31). Quando chegamos ao fim de nós mesmos e o Senhor nos toca de algum modo que nos faça sentir nossa fraqueza, então nunca mais "andamos" do mesmo modo. O nome de Jacó é mudado, e também seu caráter. O Senhor nos mudou? Ou será que continuamos a mesma pessoa obstinada, presunçosa, que costumávamos ser?

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Gênesis 27


Quando se tira os olhos de Cristo... perde-se a chave para todas as coisas.

Leia em http://www.bibliaonline.com.br/acf/gn/27

Ao nos lembrarmos de que Esaú foi rejeitado, primeiro por ter rejeitado a bênção, não devemos pensar que Jacó tenha sido escolhido por haver qualquer dignidade nele. Pois ele não tinha nenhuma. Será que isto não nos faz entender o quanto Jacó devia a Deus? Era tudo por graça apenas. Que grupo de pessoas falhas vemos neste capítulo. 

Isaque podia estar fingindo que ia morrer, já que viveu mais 40 anos. Seu apetite o colocou em dificuldades. Certamente aqueles não eram pensamentos que deviam ocupar a mente de um homem piedoso (vers. 4). As ações de Rebeca são indesculpáveis. Um problema leva a outro. Jacó engana. (Agora leia 1 Co 10:11,12). Que capítulo de obstinação, desejos carnais, engano e mentira. "Mas, onde o pecado abundou, superabundou a graça" (Rm 5:20).



sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

A Eleição Divina por Meio de Uma Nação (Parte 1)


(Comentário Romanos 9)

"Que são israelitas, dos quais é a adoção de filhos, e a glória, e os concertos, e a lei, e o culto, e as promessas; dos quais são os pais, e dos quais é Cristo segundo a carne, O qual é sobre todos, Deus bendito eternamente: Amém." (Rm 9.4,5) Que privilégios! A nação adotada, com a qual Deus havia habitado no tabernáculo. Esses privilégios nunca haviam sido dados a nenhuma outra nação. O Deus eterno havia Se encarnado, vindo como Um daquela nação. Tudo isto é plenamente reconhecido. Ele que é sobre tudo, Deus bendito para sempre, no que concerne à carne, ao corpo, nasceu de Maria, da descendência real daquela nação.

A Sara foi dito, "O maior servirá o menor". (Rm 9.12) Também foi escrito, embora muitas centenas de anos depois, por Malaquias, "Amei Jacó, e aborreci Esaú". (Rm 9.13) Este assunto do livre e soberano favor de Deus é o grande momento da explanação de Paulo; e nenhum dos que crêem nas Escrituras poderia duvidar disso nos casos a que nos referimos acima. E Deus disse a Moisés: "Compadecer-me-ei de quem Me compadecer, e terei misericórdia de quem Eu tiver misericórdia". (Rm 9.15) Portanto, Deus certamente tinha o soberano direito de demonstrar misericórdia para com os gentios, sendo justamente isto que ofendeu tanto os judeus. É notável o fato de que todos os que dizem ser judeus agora, ou que colocam-se no terreno do judaísmo, estejam sempre disputando a soberana graça de Deus.

Muitos homens ilustres negam a soberania divina, mas Deus é mais sábio que os homens. Não podemos nos esquecer de que, pela cruz, ficou comprovado que o homem encontra-se em inimizade para com Deus. O homem não tem nada, na sua natureza, que o leve a desejar Deus. "Assim, pois, isto não depende do que quer, nem do que corre, mas de Deus, que Se compadece." (Rm 9.16) Isto é algo extremamente humilhante, mas certamente é verdadeiro.

Faraó é dado como uma amostra da impiedade do homem, e do justo juízo de Deus sobre ele. Por muito tempo Deus suportou sua ousada infidelidade e rebelião, até que, no justo governo de Deus, Faraó foi endurecido e abandonado à sua própria destruição. Que todo rebelde contra Deus fique bem atento, caso contrário a maldição de Faraó cairá também sobre ele. Faraó disse: "Quem é o Senhor, cuja voz eu ouvirei, para deixar ir Israel? Não conheço o Senhor, nem tão pouco deixarei ir Israel". (Êx 5.2) O escarnecedor de nossos dias que se cuide, caso contrário seu coração poderá ser endurecido contra o Senhor, levando-o à eterna destruição.

"Logo pois compadece-Se de quem quer, e endurece a quem quer." (Rm 9.18) Os homens podem dizer: Se é isto o que acontece, "por que Se queixa Ele ainda? Porquanto, quem resiste à Sua vontade?" (Rm 9.19) Não resistiu Faraó a Deus? Não tem você resistido e recusado Deus? "Quem és tu, que a Deus replicas?" (Rm 9.20) Será que a mera criatura, a coisa formada, tem o direito de perguntar: "Por que me fizeste assim?" Jamais! Acaso Deus me formou assim? Muito pelo contrário. Seria Ele o Autor de toda a rebelião e pecado do homem? Veja que esta não é uma afirmação, mas uma pergunta -- "Não tem o oleiro poder sobre o barro, para da mesma massa fazer um vaso para honra e outro para desonra?" (Rm 9.21) Não é Deus soberano? Aqui não está afirmando que Ele tenha feito alguém para desonra. Sua ira contra toda a impiedade é conhecida, mas por quanto tempo Ele suportou, com muita paciência, os vasos de ira preparados para destruição? Acaso não foi Faraó quem se preparou a si próprio para destruição? O mesmo pode ser dito de cada pecador.

Trata-se, no entanto, de uma verdade das mais benditas que Ele preparou de antemão os vasos de misericórdia para a glória. No que diz respeito a estes, é tudo o soberano favor em conformidade com as riquezas da Sua glória. "Para que também desse a conhecer as riquezas da Sua glória nos vasos de misericórdia, que para glória já dantes preparou." (Rm 9.23) O homem prepara a si próprio para a destruição, como os judeus estavam fazendo. Deus prepara os vasos de misericórdia para a glória.

(Continua...)

Charles Stanley. Fonte: http://pt.scribd.com/doc/104720029/Vida-Atraves-Da-Morte

Romanos 9

Se não conheço a Cristo, de nada importa eu conhecer todas as outras coisas... mas se eu conheço a Cristo, de nada importa se eu não conhecer todas as outras coisas.

Leia em http://www.bibliaonline.com.br/acf/rm/9

Deus fala agora dos Judeus. Israel era originalmente para ter sido o grupo missionário aos Gentios (Is 42:6). E quando o há muito prometido Messias (Jesus) veio, Israel O crucificou! Paulo divide este assunto todo em três partes. Capítulo 9 - primeira parte. Israel foi escolhido no passado para ser ricamente abençoado. Não foi por serem bons que eles foram escolhidos. Eles falharam totalmente - eles mataram Aquele que veio ao mundo para abençoá-los! Capítulo 10 - Israel no presente. A nação é deixada de lado. Capítulo 11 - no futuro (após a igreja ter sido levada para o céu), Deus irá voltar a reunir Israel. Assim o passado, presente e futuro estão nos capítulos 9, 10 e 11.

Rm 9:1-5 Paulo está com o coração partido porque a maioria dos Judeus estão fora do lugar de bênção. Eles rejeitaram o Salvador, e não aceitam que alguém O siga. Repare nestes versículos como Paulo fala à semelhança do Senhor... ele andava tão perto do Senhor!

Rm 9:6-13 No princípio da história de Israel, Deus escolheu um ramo de uma família para Seus propósitos especiais. O comportamento daquela pessoa não tinha nada a ver com o fato de ter sido escolhida. Os Judeus estavam argumentando que Deus tinha o dever de abençoá-los (Lc 3:8, Jo 8:33,39). Deste modo ele aponta para o fato de que apenas uma pessoa havia sido escolhida em uma família (vers. 7). Deus não esperou para ver como Jacó seria antes de escolhê-lo (Gn 25:23, Ml 1:2).

Rm 9:14-29 Ninguém pode dizer a Deus o que fazer. Paulo diz que Deus não pode ser chamado de injusto. Ele dá 3 razões:
Rm 9:15-18 As Escrituras mostram que Deus é livre para fazer o que Ele quiser.
Rm 9:19-24 Seria o mesmo que se considerar igual a Deus ao invés de uma de Suas criaturas.
Rm 9:25-29 As próprias passagens do Antigo Testamento provam que Deus iria ter um pequeno remanescente (grupo) de Judeus crentes e que Seu amor e graça alcançaria os Gentios.
Rm 9:30-33 Era conhecido das passagens do Antigo Testamento que Israel falharia miseravelmente e seria deixado de lado por Deus. Deus pode fazer o que quiser e se Ele os colocou de lado e introduziu os gentios na bênção, Ele jamais os abandonará. (Veremos isto no capítulo 11). Os Gentios que crerem serão salvos. Os Judeus tentaram ganhar suas bênçãos através de suas próprias obras e perderam tudo. A própria Rocha em que tropeçaram era Aquele, o Único, que poderia tê-los salvo. Aquela Rocha era o Senhor Jesus Cristo.

sábado, 26 de janeiro de 2013

Esaú Menospreza o Direito da Primogenitura

(Comentário Gênesis 25)

No fim deste capítulo são-nos apresentados princípios de natureza muito solene e prática. O caráter e as ações de Jacó aparecerão, se o Senhor permitir, de uma maneira mais clara perante nós; contudo, desejo apenas focar, de passagem, a conduta de Esaú, quanto ao direito de primogenitura e tudo que com ele se acha ligado. O coração natural não dá valor às coisas de Deus. Para ele as promessas de Deus são coisas vagas, sem valor e impotentes, simplesmente porque não conhece Deus. E por isso que as coisas temporais exercem tanto peso e influência na opinião do homem. O homem dá apreço a tudo que pode ver, porque é governado por vista, e não por fé: o presente é tudo para si; o futuro apenas uma coisa sem influência — um caso da mais simples incerteza.

Assim aconteceu com Esaú. Escutai o seu argumento falaz: "Eis que estou a ponto de morrer, e para que me servirá logo a primogenitura?". Que maneira estranha de raciocinar! O presente está escorregando debaixo dos meus pés, portanto eu desprezo e prescindo inteiramente do futuro! O tempo está-se desvanecendo da minha vista; portanto abandono todo o interesse pela eternidade! Assim Esaú desprezou "o seu direito de primogenitura" (Hb 12:16). Assim Israel desprezou "a terra aprazível" (Sl 106:24); assim eles desprezaram Cristo (Zc 11:13). E foi assim que os que foram convidados para as bodas desprezam o convite (Mt 22:5). O homem não tem lugar no seu coração para as coisas de Deus. O presente é tudo para ele. Um prato de caldo é melhor do que o direito a Canaã. Por isso, a mesmíssima razão que levou Esaú a menosprezar a primogenitura era a mesma porque ele deveria tê-la agarrado com mais força. Quanto mais vejo a vaidade temporária do presente, tanto mais me agarrarei ao futuro de Deus. E assim segundo o juízo da fé. "Havendo, pois, de perecer todas estas coisas, que pessoas vos convém ser em santo trato e piedade, aguardando a apressando-vos para a vinda do Dia de Deus, em que os céus, em fogo, se desfarão, e os elementos, ardendo, se fundirão? Mas nós, segundo a sua promessa, aguardamos novos céus e nova terra, em que habita a justiça" (2 Pe 3:11-13).

Estes são os pensamentos de Deus, e, portanto, os pensamentos da fé. As coisas que se veem perecerão. Devemos nós, então, desprezar as invisíveis? De modo nenhum. O presente passa rapidamente. Qual é logo o nosso recurso? "Aguardando e apressando-vos para a vinda do Dia de Deus". Este é o juízo da mente restaurada; e todo e qualquer outro juízo é apenas "profano, como Esaú, que por um manjar vendeu o seu direito de primogenitura" (Hb 12:16). Que o Senhor nos mantenha julgando as coisas como Ele as julga. Isto só pode ser feito pela fé.

Gênesis 25

Você já ouviu falar do segredo de Deus? (Jó 15:8). É multíplice em eficácia (Jó 11:6). Está com aqueles que O temem (Pv 25:14). Está com o sincero (Pv 3:32).

Leia em http://www.bibliaonline.com.br/acf/gn/25

Gn 25:1-11 Tente ligar estes quatro capítulos em seus significados. Capítulo 22... a cruz de nosso Senhor Jesus Cristo. Capítulo 23... a morte de Sara... uma figura de Israel colocado de lado. Quando os Judeus crucificaram o Senhor e rejeitaram o evangelho foram colocados de lado. Capítulo 24... a época atual quando o Espírito de Deus está guiando a noiva (todos os crentes) a Cristo. Capítulo 25... Abraão se casa outra vez. Após a igreja (os crentes) ser levada para a glória (céu), Deus irá então tratar com Israel outra vez... o milênio terá muitas outras nações abençoadas com Israel. Quetura tem um filho, Midiã. 

Gn 25:12-18 Primeiramente, as gerações de Ismael (filho de Abraão). 

Gn 25:19-28 Em segundo lugar, a família de Isaque. Primeiro aquilo que é natural (Ismael), então o que é espiritual (Isaque). (1 Co 15:46). 

Gn 25:29-34 Leia Hb 12:14-17. Nos dias do Antigo Testamento, o primogênito sempre devia receber as bênçãos especiais e a herança do pai. Aqui vemos Esaú desprezando a bênção. Ele não fazia ideia do que estava perdendo. Não deu nenhum valor a Deus. Há muitos hoje que vivem apenas para o presente. As bênçãos que poderia ser deles, consideram como nada.




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