Mostrando postagens com marcador castigo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador castigo. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Êxodo 7

Há eficácia no sangue de Cristo capaz de limpar até o pecado daqueles que derramaram Seu sangue.
http://www.creationism.org/images/DoreBibleIllus/bExo0710Dore_MosesAndAaronBeforePharaoh.jpg

ÊXODO 7

Êx 7:1-7 Deus estava para tirar Israel do Egito "com grandes juízos" (castigos).

Êx 7:4 Se Faraó, o rei, agisse duramente para com Israel, ele receberia o mesmo tratamento de volta (compare Gn 12:3 e Gl 6:7).

Êx 7:3 Alguns podem pensar que Deus tenha endurecido o coração de Faraó primeiro, mas não foi assim. Faraó primeiro endureceu seu coração (5:2), embora Deus tenha dito de antemão que sabia que Faraó iria se recusar a deixar os Israelitas saírem do Egito (3:19).

Êx 7:8-13 As pessoas gostam de ver milagres, mas seus corações não são mudados por tais atos de poder. O mesmo sucedeu quando Jesus esteve aqui - veja Jo 2:23-25 e Jo 6:25-29.

Êx 7:14-25 O Senhor começa a derramar Seus grandes castigos sobre toda a terra do Egito. Mas os homens sob o poder de Satanás (vers. 22) também fazem grandes coisas, e o rei continua a não dar atenção ao Senhor. Faraó estava tão endurecido de coração (vers. 23) que nem mesmo se sentiu incomodado pelos problemas de seu próprio povo enquanto este buscava água para poder beber. Foi o Senhor em Sua misericórdia Quem interrompeu este primeiro castigo (vers. 25).

terça-feira, 23 de abril de 2013

Jacó e Siquém

(Comentário Gênesis 34)

Não é que Jacó não fosse, em geral, um homem de fé; era, certamente, e como tal, tem um lugar entre "uma tão grande nuvem de testemunhas" de Hebreus 11. Porém mostrou um triste fracasso em não andar no exercício habitual desse princípio divino. Poderia a fé levá-lo a dizer, "ficarei destruído, eu e minha casa?" Não, evidentemente. A promessa de Deus no capítulo 28:14-15 devia ter banido qualquer temor do seu espírito. "...te guardarei... não te deixarei." Isto devia ter tranquilizado o seu coração. Porém, o fato é que a sua mente estava mais ocupada com o perigo que corria entre os homens de Siquém do que com a sua segurança nas mãos de Deus. Devia ter sabido que nem um só cabelo da sua cabeça poderia ser tocado, e, portanto, em vez de se preocupar com Simeão e Levi, ou as consequências do seu ato precipitado, devia julgar-se a si próprio naquela posição. Se não se tivesse fixado em Siquém, Diná não teria sido desonrada, e a violência de seus filhos não teria sido manifestada. Vemos constantemente crentes passando por profunda dor e dificuldades por causa da sua própria infidelidade; e então, em vez de se julgarem a si próprios, começam a ponderar as circunstâncias e lançam sobre elas a culpa.

Quantas vezes vemos pais crentes, por exemplo, em aflição de alma quanto à travessura, rebeldia e mundanidade dos seus filhos; e, ao mesmo tempo, eles são os próprios culpados por não andarem em fidelidade perante Deus quanto às suas famílias. Foi assim com Jacó. Estava em terreno moral baixo, em Siquém; e, visto que lhe faltava aquela sensibilidade refinada que o teria levado a detectar o baixo terreno, Deus, em verdadeira fidelidade, usou as suas circunstâncias para o castigar. "Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará" (Gl. 6:7). E um princípio do governo moral de Deus—um princípio de cuja aplicação ninguém pode escapar; e é uma misericórdia para os filhos de Deus serem obrigados a ceifar os frutos dos seus erros. É uma misericórdia ser-se ensinado, de qualquer modo, da amargura de deixar ou não de contar com o Deus vivo. Temos de aprender que este não é o nosso repouso; porque, bendito seja Deus, Ele não nos daria um repouso manchado. Ele quer que descansemos em e com Ele Próprio. Tal é a Sua graça; e quando os nossos corações duvidam, ou fracassam, a Sua palavra é "Se voltares..., diz o Senhor, para mim voltarás" (Jr. 4:1).

A humildade falsa, a qual é apenas o fruto da incredulidade, leva o extraviado ou apóstata a tomar uma posição inferior, desconhecendo o princípio ou medida da restauração de Deus. O filho pródigo procurava ser tomado como um servo, desconhecendo que, tanto quanto lhe dizia respeito, ele não tinha mais direito ao título de servo que ao de filho; e, além disso, seria inteiramente indigno do caráter do pai colocá-lo numa tal posição. Devemos vir a Deus no princípio e segundo a maneira digna d'Ele Mesmo, ou então não vir.

Postagens populares