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terça-feira, 17 de setembro de 2013

Gênesis 49

Poucos livros de história mencionam que o Deus Criador em Pessoa veio a este mundo. O que seria de nós se Ele não tivesse vindo!


Ao morrer Jacó abençoa todos os seus filhos, e isto se revela como uma profecia do futuro da nação de Israel. Não podemos tratar de cada bênção dos irmãos individualmente. Vamos olhar para o mais importante - Judá (v. 8-12). Era na tribo de Judá que nasceria o amado Filho de Deus. Pare alguns minutos para ler algumas referências a este Bendito nas escrituras do Antigo Testamento. Sl 60:7, Nm 24:17, Ez 21:27, Zc 6:12-13. E bem no começo da Palavra de Deus - Gn 3:15.

Gn 49:10 A parte final do versículo se refere a nós, Gentios. Somos nós os povos.

Gn 49:22-26 José é outra figura de Cristo em Sua majestade e glória.

Gn 49:27 Benjamim é uma figura de Cristo em poder, em um dia futuro quando Ele irá reinar em poder sobre esta terra, mas particularmente sobre Israel.

domingo, 23 de setembro de 2012

Gênesis 14


A primeira guerra que é registrada na Bíblia. Abrão poderia ter dito - "bem isto serve de exemplo para Ló. Ele que cuide de si mesmo". Mas não. 

Gn 14:14 Embora Ló fosse sobrinho de Abrão, ele é chamado de "seu irmão". Quão humilhado deve ter ficado Ló quando pensou no amor de seu tio. Mas ele ainda tinha Sodoma em seu coração pois quando foi resgatado voltou direto para viver lá! Que alvo é o mundo para nós quando tiramos os olhos do Senhor! 

Gn 14:18-24 Melquisedeque é um belo tipo de Cristo como Sacerdote e Rei. Leia sobre ele em Hb 6:20 e 7:23-24. Cristo no milênio será igualmente Sacerdote e Rei.


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Separação e Comunhão

A separação genuína do mundo  só pode ser o resultado de comunhão com Deus. Eu posso excluir-me do mundo e constituir-me o centro do meu ser, à semelhança dum monge ou dum cínico; contudo, separação para Deus é uma coisa muito diferente. Uma esfria e contrai-se, a outra aquece e expande. Aquela lança-nos sobre nós próprios; esta faz-nos sair em atividade e amor pelos outros. A primeira faz da personalidade e dos seus interesses o nosso centro; a última faz de Deus e a Sua glória o nosso centro. Assim, no caso de Abraão, vemos que o próprio fato da sua separação habilitou-o a prestar um serviço eficaz àquele que se havia metido em dificuldades pelos seus caminhos mundanos. "Ouvindo, pois, Abrão que o seu irmão estava preso, armou os seus criados, nascidos em sua casa, trezentos e dezoito, e os perseguiu até Dã... e tornou a trazer toda a fazenda e tornou a trazer também a Ló, seu irmão, e a sua fazenda, e também as mulheres, e o povo". Ló era, afinal, irmão de Abraão; e o amor fraterno deve atuar. "Na angústia nasce o irmão" (Pv 17:17); e acontece muitas vezes que uma época de adversidade suaviza o coração, e torna-o susceptível de amabilidade, até mesmo para com aqueles de quem nos tenhamos separado; e é notável que, enquanto lemos no versículo 12 que "tomaram a Ló, filho do irmão de Abrão", no versículo 14 lemos, "ouvindo, pois, Abrão que o seu irmão estava preso". As exigências da aflição de um irmão são atendidas pela afeição do coração dum irmão. Isto é divino. A fé verdadeira, ao mesmo tempo que nos torna sempre independentes, nunca nos torna indiferentes. Nunca se agasalha no seu manto, enquanto um irmão sente arrepios de frio. Existem três coisas que a fé faz: "purifica o coração", "age por amor" e "vence o mundo"; e todos estes resultados da fé são admiravelmente apresentados em Abraão, nesta ocasião. O seu coração estava purificado das abominações de Sodoma; ele mostrou amor verdadeiro por seu irmão Ló; e, finalmente, ficou completamente vitorioso sobre os reis. Tais são os frutos preciosos da fé, esse princípio celestial, honroso para Cristo.

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