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domingo, 29 de setembro de 2013

A Graça de Deus Lembra-se Somente dos Atos da Fé

(Comentário Êxodo 2)

Quando desviamos o olhar do homem e o fixamos sobre o único Servo verdadeiro e perfeito, não o encontramos "olhando a uma e outra banda (lado)" (v. 12), pelo simples motivo que nunca procurou agradar aos homens mas a Deus. Não temia a ira do homem nem cortejava o seu favor. Os Seus lábios nunca se abriram para provocar os aplausos dos homens, nem jamais os fechou para evitar as suas críticas. Por isso, o que dizia e fazia tinha uma santa estabilidade e elevação. Jesus é o único de quem se pôde dizer com verdade, "cujas folhas não caem e tudo quando fizer prosperará" (Sl 1:3). Em tudo que fazia prosperava, porque fazia todas as coisas para Deus. Cada ação, cada palavra, cada movimento, cada olhar, cada pensamento era como um belo cacho de frutos enviados ao alto para refrescar o coração de Deus. Jamais receou pelos resultados da Sua obra, porquanto sempre trabalhou com e para Deus na compreensão plena da sua vontade. A Sua própria vontade, posto que fosse divinamente perfeita, nunca se confundiu com o que, como homem, fazia sobre terra, e assim podia dizer: "Porque eu desci do céu, não para fazer a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou" (Jo 6:38). Por isso, deu "o seu fruto na estação própria" (Sl 1:3), e fez sempre o que agradava ao Pai (Jo 8:29), e, portanto, nada teve que temer, nem necessidade de arrependimento nem de "olhar a uma e a outra banda (lado)".
Nisto, como em tudo mais, o Mestre bendito forma um contraste notável com os Seus servos mais honrados e destacados. O próprio Moisés "temeu" (versículo 14), e Paulo teve de se arrepender (2 Co 7:8); porém, o Senhor Jesus nunca fez uma coisa nem outra. Jamais se viu forçado a recuar um passo, a arrepender-se duma palavra ou a corrigir um pensamento.

Tudo quanto fez foi absolutamente perfeito. Era tudo fruto dado na estação própria. O curso da Sua vida santa e celestial deslizava adiante sem obstáculos nem deslizes. A sua vontade estava perfeitamente submissa ao Pai. Os melhores homens, e até mesmo os mais dedicados, cometem erros; mas é perfeitamente exato que quando mais, pela graça, nos é dado mortificarmos a nossa vontade, menos erramos. É uma feliz circunstância quando, dum modo geral, a nossa vida é de fé e de dedicação exclusiva a Cristo.

Assim sucedeu com Moisés. Era um homem de fé, um homem que absorveu em alto grau o espírito do seu Mestre e que seguiu com maravilhosa firmeza os Seus passos. É certo que antecipou, como notamos, em quarenta anos o período que Deus destinara para julgar o Egito e libertar Israel; todavia, quando lemos o comentário inspirado do Capítulo 11 de Hebreus nenhuma menção encontramos deste fato. Encontramos somente o princípio divino que, dum modo geral, orientou a sua vida: "Pela fé, Moisés, sendo já grande, recusou ser chamado filho da filha de Faraó, escolhendo, antes, ser maltratado com o povo de Deus do que por, um pouco de tempo, ter o gozo do pecado; tendo, por maiores riquezas, o vitupério de Cristo do que os tesouros do Egito; porque tinha em vista a recompensa. Pela fé, deixou o Egito, não temendo a ira do rei; porque ficou firme, como vendo o invisível" (Hb 11:24-27).

Esta passagem apresenta-nos os atos de Moisés de uma maneira cheia de graça. É assim que o Espírito Santo sempre conta a história dos santos do Velho Testamento. Quando descreve a vida dum homem, apresenta-o como ele é, com todas as suas falhas e imperfeições. Mas quando, no Novo Testamento, comenta essa biografia limita-se a dar o princípio que o orientou e o resultado da sua atividade. Por isso, não obstante lermos em Êxodo que Moisés "olhou a uma e a outra banda", e disse; "certamente este negócio foi descoberto", e por fim que "fugiu de diante da face de Faraó", lemos também na epístola aos Hebreus que o que ele fez, fê-lo "pela fé"— não temeu a ira do rei — e ficou firme como vendo o invisível.

Assim acontecerá em breve quando vier o Senhor, "o qual também trará à luz as coisas ocultas das trevas e manifestará os desígnios dos corações; e então cada um receberá de Deus o louvor" (1 Co 4:5). Eis aqui uma verdade consoladora e preciosa para toda a alma reta e o coração fiel. O coração pode formar muitos projetos que, por diversas razões, a mão não pode realizar. Todos esses intentos serão manifestados quando o Senhor vier. Bendita seja a graça divina por nos haver dado uma tal certeza! As devoções do coração são muito mais preciosas para Cristo do que as obras mais espaventosas que as mãos possam executar. Estas podem dar algum brilho aos olhos do homem; mas aquelas são devidamente apreciadas pelo coração de Jesus. As obras podem ser assunto de conversação dos homens, mas as afeições são manifestadas diante de Deus e dos Seus anjos. Que todos os servos de Cristo saibam ter os seus corações somente ocupados com Ele e os seus olhos postos na Sua vinda.

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Gênesis 48


A Palavra revela Cristo como Aquele que fez toda a obra e Aquele que merece toda a glória.

As 12 tribos de Israel eram as famílias dos 12 filhos de Jacó. Mas não havia uma tribo de José! Todavia algo melhor aconteceu. Os dois filhos de José foram elevados a esta honra. Naqueles dias o filho mais velho recebia o dobro dos outros (Dt 21:17). Mas José não era o filho mais velho! Abra em 1 Cr 5:1 e você verá que José recebeu a primogenitura e o por quê disso! Assim ele recebeu porção dobrada. Leia também Ez 47:13. Adão foi como o primogênito, mas por haver pecado, perdeu a bênção. O Senhor Jesus (sendo como o segundo - 1 Co 15:47) recebeu a porção dobrada... a igreja, Sua esposa, composta de dois povos, os Judeus crentes e os Gentios crentes.

Gn 48:1-4 Uma bênção especial para José.

Gn 48:5-22 Os dois filhos de José. Jacó sabia melhor que José o que Deus queria. Mesmo Jacó sendo cego, ele podia enxergar melhor! Às vezes quando somos mais cegos para as coisas deste mundo, vemos melhor as coisas de Deus (2 Co 4:18). O filho mais jovem é elevado acima de seu irmão mais velho. (Mais uma vez como Adão e Cristo).

Gn 48:15-16 Que final feliz para a longa vida de Jacó, e que bela coisa para se dizer do cuidado de Deus para com ele.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Gênesis 24

Ressurreição... o glorioso intérprete dos caminhos e propósitos de Deus, e o pleno e eterno testemunho do Seu amor e poder.

Leia em http://www.bibliaonline.com.br/acf/gn/24

Não lemos muito do caráter de Isaque. Abraão era ativo e agressivo, Isaque parece quieto e retraído. Existe um lampejo de seu caráter nos versículos 62 e 63. Neste servo que busca por uma noiva para o filho de seu senhor, temos uma linda figura da obra do Espírito Santo no mundo hoje. Ele está buscando uma noiva para Cristo, o Isaque celestial. A família pergunta à moça Rebeca se ela tem o desejo de ir com o homem (vers. 58). Repare na resposta clara que ela dá. Você está desejoso de seguir o Espírito Santo? Ele só pode guiar você a um centro na terra enquanto você viaja para encontrar seu "Isaque". Este Centro é Cristo. O Espírito de Deus não pode separar os crentes, isto é a obra de Satanás. Estamos nós desejosos de sermos guiados pelo Espírito de Deus, ou será que achamos que temos o direito de escolher? Estar reunido somente para o nome do Senhor Jesus Cristo é a obra do Espírito de Deus hoje. Segui-Lo sem hesitar é ser levado a um lugar de paz e gozo só conhecido quando agimos fazendo assim. 

Gn 24:62-67 Quando estávamos lendo no final do capítulo 22, mencionamos o nascimento de Rebeca. Agora a vemos aqui quase a encontrar seu futuro marido. Ligue as duas partes. Nós somos a noiva. Estamos a ponto de encontrar nosso amado Senhor Jesus! Aqui lemos de "amor" pela segunda vez. Amor de Cristo por Sua noiva. Você se lembra da menção anterior? O homem que está acompanhando Rebeca é uma figura do Espírito Santo. Pare um minuto para ler como a Bíblia termina. Ap 22:17. Percebe a ligação?

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Romanos 5


Rm 5:1-2 Que paz invade nosso coração. Através de Cristo, nós, pecadores perdoados, somos elevados e introduzidos bem na glória de Deus.

Rm 5:1-11 Nunca diga a um pecador para fazer sua paz com Deus (ou "fazer as pazes"). A paz foi feita na cruz do Calvário (Cl 1:20). A paz se torna nossa pela fé.

Rm 5:10 Repare nos dois aspectos da Salvação que vem de Deus. Em um aspecto (o passado), ela veio através da morte do Senhor Jesus. No outro aspecto (o presente) ela é por intermédio da vida do Senhor Jesus agora. Até o final do versículo 11 o assunto tem sido os "pecados" (e não o "pecado"). Mas a partir do versículo 12 é falado do "pecado". O "pecado" é a natureza caída; os "pecados" são os atos desta natureza. O "pecado" é a raiz; os "pecados" compõem o fruto.

Rm 5:12-21 Adão era uma figura da velha vida. Cristo é a nova vida. Cada um é cabeça de uma família. Todos nós nascemos uma vez dentro da família de Adão. Devemos nascer de novo na família de Cristo. "Pecado", "transgressão", "desobediência", "condenação" e "morte" aparecem em contraste (em oposição) a "justiça", "justificação" e "obediência". Estamos todos em uma ou outra posição.

Rm 5:21 O pecado é como um rei. Como um senhor de escravos. Éramos escravos. O pecado é um poder fora de nós. É um inimigo. O mundo hoje, separado de Cristo, está sob o poder ou controle do pecado. Cristo teve que descer e vencer o pecado em seu próprio território (Rm 8:3). Se você está em Cristo (se é um crente nEle) você entrou nesta vitória, e está liberto desse terrível poder do pecado - (Rm 6:18; 7:24-25). Mas agora a "graça" é o rei. A graça reina! Todavia ainda não estamos livres da presença do pecado. O capítulo 5 nos fala do que temos por intermédio de Cristo. O capítulo 6 do que somos em Cristo.


segunda-feira, 17 de setembro de 2012

A Semente


E porei inimizade entre ti (a serpente) e a mulher, e entre a tua semente e a sua semente; esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar.
Gênesis 3:15

E abençoarei os que te (Abraão) abençoarem, e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; e em ti serão benditas todas as famílias da terra.
Gênesis 12:3

Que deveras te (Abraão) abençoarei, e grandissimamente multiplicarei a tua descendência como as estrelas dos céus, e como a areia que está na praia do mar; e a tua descendência possuirá a porta dos seus inimigos;
E em tua descendência (Cristo) serão benditas todas as nações da terra; porquanto obedeceste à minha voz.
Gênesis 22:17-18

Mas não é assim o dom gratuito como a ofensa. Porque, se pela ofensa de um morreram muitos, muito mais a graça de Deus, e o dom pela graça, que é de um só homem, Jesus Cristo, abundou sobre muitos.
E não foi assim o dom como a ofensa, por um só que pecou. Porque o juízo veio de uma só ofensa, na verdade, para condenação, mas o dom gratuito veio de muitas ofensas para justificação.
Romanos 5:15-16


E, visto como os filhos participam da carne e do sangue, também ele participou das mesmas coisas, para que pela morte aniquilasse o que tinha o império da morte, isto é, o diabo;
E livrasse todos os que, com medo da morte, estavam por toda a vida sujeitos à servidão.
Porque, na verdade, ele não tomou os anjos, mas tomou a descendência (semente) de Abraão.
Hebreus 2:14-16

sábado, 15 de setembro de 2012

Gênesis 12


Gn 12:1-5 O chamado de Abraão por Deus foi um chamado bem claro para que se separasse de tudo aquilo que o homem poderia considerar valioso - seu país - seu povo e sua família. Abraão pode ser uma figura do crente cuja cidadania está no céu (Fp 3:20, a onde a palavra "cidade" pode ser traduzida também como "cidadania") embora vivendo nesta terra. Abraão foi chamado a andar por fé, e a viver como um estrangeiro e peregrino na terra. Grandes eram as promessas que lhe foram feitas - versículo 2. 

Gn 12:7 Há duas coisas para se notar. O Senhor apareceu a ele quando chegou à terra de Canaã. Você também irá saber quando se encontra no lugar certo para adorar o Senhor. Em segundo lugar, ele edificou um altar ali, onde adorou a Deus. Houve uma resposta em seu coração. 

Gn 12:10-20 Lembre-se sempre de que as pessoas na Bíblia que são tipos (figuras) do Senhor e de outras coisas importantes, eram apenas seres humanos que às vezes falhavam. Aqui lemos da segunda falha de Abraão. (A primeira foi quando ele parou em Harã, 11:31, ao invés de seguir todo o caminho até a terra de Canaã). Desta vez ele vai ainda mais longe, e o encontramos agora rumando para Egito (versículo 19), instruindo sua esposa a dizer uma mentira (nós crentes às vezes "empacamos" e às vezes vamos longe demais!). O Egito é uma figura do mundo com todos os seus atrativos e sua cultura. Como crentes, estamos constantemente sendo tentados a voltarmos ao mundo. Abrão perdeu tempo ali, e sofreu, em certas coisas, o resto de sua vida por sua falha. Deus foi misericordioso para com ele e permitiu que enriquecesse. Que isto possa servir de aviso para nós.


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Outro ponto essencial desse capítulo é a promessa da posteridade de Abraão (Cristo), da qual veio a salvação:
E abençoarei os que te abençoarem, e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; e em ti serão benditas todas as famílias da terra.
Gênesis 12:3

domingo, 2 de setembro de 2012

Justificação e Propiciação

Você não está apenas justificado gratuitamente (com todos os seus pecados perdoados e Deus não vendo mais iniquidade em você), mas você está também redimido pelo precioso sangue de Cristo. Sim, liberto daquela condição de escravidão para todo o sempre. Se aquela grande soma em ouro colocou os escravos de Trinidad-Tobago* em liberdade para sempre, porventura a propiciação infinita de Cristo não poderá nos libertar, nos redimir para sempre? Será que devemos nos permitir qualquer sombra de dúvida? Não; Ele Se entregou por nós -- tudo por gratuito e imerecido favor. Não fizemos nada para nossa redenção; ela foi toda realizada antes mesmo que tivéssemos um desejo ou pensamento sequer de redenção. E agora escutamos as boas novas que são para nós, pobres escravos do pecado; cremos, e ficamos livres para sempre.

Mas devemos inquirir mais de como a justiça de Deus é afetada em tudo isso. "Ao qual Deus propôs para propiciação pela fé no Seu sangue, para demonstrar a Sua justiça pela remissão dos pecados dantes cometidos, sob a paciência de Deus; para demonstração da Sua justiça neste tempo presente, para que Ele seja justo e justificador daquele que tem fé em Jesus." (Rm 3.25,26) Você irá notar que Deus apresentou a propiciação de Cristo para declarar duas coisas. Sua justiça precisava ser revelada nestas duas coisas: em deixar impunes, em indulgência, os pecados que são passados; e em poder ser justo, e o Justificador daquele que tem fé em Jesus.

Cabe aqui alertar nossos leitores de um sério erro que normalmente é cometido com respeito à expressão "pecados dantes cometidos", como se significasse os pecados que foram cometidos até nossa conversão a Deus; como se quisesse dizer que os pecados até nossa conversão teriam sido perdoados, ou remidos, pela propiciação de Cristo; e que Deus seria, por conseguinte, justo, pela morte de Cristo, em perdoar dessa maneira os pecados cometidos antes da conversão. Este erro leva o crente à completa confusão quanto aos pecados que possa vir a cometer depois da conversão; mais ainda, tal ideia deixa o cristão numa posição pior que a do judeu, pois este podia contar com outro dia de expiação, que acontecia a cada ano. Porém, se o sacrifício propiciatório de Cristo valeu somente para nossos pecados, ou expiou nossos pecados, até o dia de nossa conversão, então já não resta remédio para os pecados cometidos depois da conversão. Pois "já não resta mais sacrifício pelos pecados". (Hb 10.26) Quem poderia ser salvo com uma idéia tão finita do sacrifício propiciatório de Cristo? O sacrifício único e infinito teve que valer para todos os pecados de um pecador finito, desde o primeiro até o último.

O que significa, então, esta passagem? Simplesmente isto: Deus passou por cima, em indulgência, dos pecados de todos os crentes antes que Cristo morresse; e agora Ele é o Justificador de todos aqueles que creem, reputando-os por justos como se nunca houvessem pecado. Mas a grande questão era esta: Como Deus poderia ser justo em fazer ambas as coisas? Como poderia isto ser revelado, declarado, e explicado? Se não houvesse resposta a esta pergunta, como poderia qualquer alma ter paz com Deus?

Se todos eram culpados, como poderia Deus ser Justo em passar por cima dos pecados daqueles que creram, sejam judeus ou gentios? E se todos provaram ser culpados agora -- se você foi provado como sendo culpado -- como pode Deus declarar a respeito de você, como fez a respeito de Israel no passado, que Ele não viu, e não vê, iniquidade em você? Certamente Ele não poderia ser justo com base em qualquer coisa que fosse encontrada em nós, ou praticada por nós, sob a lei ou aparte da lei. É aqui que o olhar da fé deve pousar unicamente no sangue de Jesus -- "para propiciação pela fé no Seu sangue". (Rm 3.25) Isto por si só explica e declara a justiça de Deus, tanto no que diz respeito aos pecados dos crentes do passado, como dos nossos agora.


quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Gênesis 6

Leia em http://www.bibliaonline.com.br/acf/gn/6

Não é conhecendo Satanás que nos tornamos capazes de discernir seus "estratagemas" e aptos a denunciá-la, mas em nos conservarmos na presença de Deus. Foi assim que sempre ocorreu com Cristo.

Gn 6:1-6 O pecado já naquele tempo tinha se espalhado por muitas partes da terra! E havia corrompido de tal forma a todos que Deus descreve isso da maneira como Ele vê no versículo 5. Cada lágrima de tristeza, separação, desapontamento, doença, morte, é resultado do pecado.

Gn 6:7 O pecado só pode trazer castigo. Não pode haver qualquer outro resultado. Ele deve ser pago com a morte (Hb 9:22), "remissão" significando pagamento.

Gn 6:8-22 Mas Deus tem um homem pronto. Noé é uma figura de Cristo. Ele era um homem "justo" (correto e honesto) e perfeito (direito) e ele andou com Deus. Que contraste aquele com todas as pessoas ao redor dele! Noé permaneceu só. No meio de infiéis, só ele era fiel. É difícil permanecer só. Lembre-se de Noé. Deus enxerga você e Ele lhe usará se você for fiel à Sua Palavra.

Gn 6:13 O castigo de Deus. As pessoas dizem, "Sorria, Deus ama você", mas se esquecem deste versículo. É necessário arrependimento para com Deus e fé em nosso Senhor Jesus Cristo. Depois vem o sorriso.

Gn 6:14 A graça traz libertação. Deus sempre Se compraz em agir em graça (Rm 5:20). Mas deve haver um pagamento pelo derramamento de sangue.

Gn 6:14-22 Quando o pecado chega ao ápice, então vem o juízo. Mas Deus providencia um modo de escape. Somente na arca estava o meio de se escapar às águas da morte... Hoje, somente em Cristo há salvação. Cada exemplo de castigo tirado do castigo pelo pecado no Antigo Testamento é uma figura (um tipo) da cruz de Cristo. Às vezes a água é uma figura de juízo (Sl 69:2,14 e 15 e também Sl 42:7). Noé na arca, passando pelas águas, é uma destas figuras. Veja também Mt 12:40 e Mt 24:37-39. Isto demonstra que os acontecimentos do Antigo Testamento são figuras da salvação por meio de Cristo. Hoje o mundo está maduro (pronto) para o juízo. Desta vez será para sempre!


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Outra coisa interessante que pode ser tomada como figura do arrebatamento da Igreja e posterior juízo sobre o mundo: no capítulo 5, Enoque (um homem justo, figura da Igreja) é tirado deste mundo (arrebatamento); em sequência vem as águas (juízo) sobre o restante de humanidade, com exceção da família de Noé, que talvez seja uma figura do povo de Israel sendo salvo por confiar na arca (figura de Cristo) e vivendo no reino milenar.

sábado, 25 de agosto de 2012

Gênesis 5

Leia em http://www.bibliaonline.com.br/acf/gn/5

Aquilo que está mais próximo do coração de Deus é sempre aquilo contra o que Satanás se opõe, com todas as suas forças e sutileza, por ser algo ligado a Cristo e à Sua glória; por isso ele se opõe, confunde, obscurece toda verdade que esteja associada a isso.

Gn 5:1 Compare este versículo com Mt 1:1. Gênesis 5 é um registro dos descendentes caídos do primeiro Adão, enquanto Mateus nos apresenta o livro das gerações de Jesus Cristo. Adão e Cristo são as duas cabeças. Nascemos na descendência da primeira; mas precisamos nascer de novo (Jo 3:7) na segunda. Por intermédio de Adão nós morremos, por intermédio de Cristo somos trazidos à vida (Rm 5:21). A que família você pertence? Por oito vezes neste capítulo lemos, "e morreu". Mas há um homem que nunca morreu. O que é falado a seu respeito? Um dia destes o Senhor Jesus voltará nos ares, e chamará cada crente para fora deste mundo. Todo aquele que não crê será deixado aqui. Enoque é uma figura de todos os crentes que serão arrebatados para encontrar o Senhor nos ares sem terem morrido (1 Ts 4:16-18).




Gênesis 4

Leia em: http://www.bibliaonline.com.br/acf/gn/4

O pecado, espalhando-se por intermédio da família de Adão afetou cada pessoa nascida desde então (exceto o Senhor Jesus). No capítulo 3 foi o pecado contra Deus, aqui é o assassinato de outro ser humano. Há diversos "primeiros" neste capítulo, (1) o primeiro filho, (2) a primeira oferta, (3) o primeiro assassinato, (4) a primeira civilização, e (5) a primeira pessoa que está na linhagem espiritual de Cristo (Sete).

Na primeira vez que lemos de adoração, descobrimos que foi isto o que levou ao primeiro assassinato. Isto demonstra que hoje nenhuma pessoa que não esteja salva pode adorar a Deus. Pense em todo o sangue que foi derramado neste mundo como resultado do primeiro pecado.

Gn 4:1-17 A oferta de Caim foi fruto da terra que Deus havia amaldiçoado em Gn 3:17. Foi oferta sem sangue. A oferta de Abel agradou a Deus. Era uma figura da morte de Cristo na cruz por nós (Hb 11:4). Os altares de Caim e Abel (em tipo) ainda continuam ao nosso redor hoje. Você enxerga a diferença?

Norman Berry. Fonte: http://chaday.blogspot.com.br/2006/03/genesis-4.html ou http://www.stories.org.br/gn_p.html

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