terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Atos 5

O corpo de Cristo na Terra é composto de indivíduos, NÃO de igrejas. Onde isto for reconhecido, será encontrada unidade.

ATOS 5

http://www.creationism.org/images/DoreBibleIllus/vAct0504Dore_DeathOfAnanias.jpgAt 5:1-11 Este homem e sua esposa tentam enganar os outros ao fingirem que tinham trazido todo o dinheiro. Mas fazendo assim, fazem manifestar o poder e a presença do Espírito Santo na assembleia (igreja local). Deus não deixa o fingimento passar despercebido. Por sua ação, eles na verdade estavam mentindo ao Espírito Santo.

At 5:12-16 Havia tanto poder na assembleia que aqueles em quem não havia realidade temiam se associar com eles. O Senhor era o Centro deste grupo recém formado de crentes, e muitos outros foram acrescentados a eles.

At 5:17-32 Os legisladores se enchem de inveja e frustração; eles aprisionam os apóstolos. A libertação miraculosa. Eles não param de pregar. Estão cheios com Cristo. Pedro faz uma declaração clara e poderosa.

At 5:33-40 Cresce o homicídio em seus corações! Vale a pena ler Jo 8:44. Deus interfere e livra os apóstolos. Mas não sem antes eles serem açoitados. Repare qual o nome da Pessoa que mais os perturba!

At 5:41-42 Mas aquele Nome tem o efeito oposto nos fiéis apóstolos. Eles se regozijaram... eles sofreram. O tema principal deles? "Jesus Cristo".
 

domingo, 12 de julho de 2015

Fim dos Templos

(Leitura: Lucas 22:8-9)
Vídeo: https://youtu.be/-4Y9N6Y571k

Fazemos muitas coisas sem perguntarmos a Deus, e por isso existe tanta confusão no testemunho cristão. É o caso dos templos e santuários que cristãos bem intencionados constroem como se fossem lugares físicos de adoração. Mas será que Deus ordenou que os cristãos construíssem templos ou adotassem o modelo judaico de adoração?

É certo que Deus deu a Israel instruções precisas sobre o local onde queria ser adorado. Não era para eles imitarem os pagãos, que adoravam a seus deuses onde e como bem entendessem, mas os israelitas deviam buscar “o local que o Senhor, o seu Deus, escolhesse dentre todas as tribos para ali pôr o seu nome para sua habitação.” (Dt 12:5). Não haveria outro nome e não haveria outro lugar onde Deus pudesse ser adorado. Deus ainda os alertou: “Tenham o cuidado de não sacrificar os seus holocaustos em qualquer lugar que lhes agrade. Ofereçam-nos somente no local que o Senhor escolher.” (Dt 12:13-14). Esse lugar seria o Templo construído em Jerusalém por direção divina. Somente ali o povo deveria adorar.

Quando Jesus esteve aqui revelou uma mudança radical que estava para acontecer. Diante da afirmação da mulher samaritana de que os “judeus dizem que Jerusalém é o lugar onde se deve adorar”, ele declarou: “Está próxima a hora em que vocês não adorarão o Pai nem neste monte, nem em Jerusalém... está chegando a hora, e de fato já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade... Deus é espírito, e é necessário que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade”. (Jo 4:20-23). Mais tarde Deus permitiria a destruição total do Templo de Jerusalém, pondo um fim ao modelo judaico de adoração, e a epístola aos Hebreus comprova isso.

Hoje não temos um templo onde adorar e nem estamos separados da presença de Deus por um véu como os judeus estavam. “Temos plena confiança para entrar no Santo dos Santos pelo sangue de Jesus, por um novo e vivo caminho que ele nos abriu por meio do véu, isto é, do seu corpo.” (Hb 10:19-20). Embora não exista um lugar físico de adoração, o princípio de que é o nome do Senhor que valida o lugar permanece. “Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles.” (Mt 18:20). A ordem para hoje é clara: “Saiamos até ele [Jesus], fora do acampamento” (Hb 13:13), ou sistema judaico. Mas aonde ir? Perguntando ao Senhor, como os discípulos fizeram: “Onde queres que a preparemos?” (Lc 22:9).

M. Persona. Fonte: http://www.3minutos.net/2015/03/614-fim-dos-templos.html

segunda-feira, 6 de julho de 2015

O Plano de Salvação - O Perdão (Parte 2)

A Culpabilidade dos Povos Idólatras



Para convencer um homem de pecado pode ser ne­cessário um tempo bastante longo. Por isso, o apóstolo começa descrevendo o triste estado dos povos idólatras e depravados (Rm 1:18-32).

A Palavra de Deus os declara culpáveis e indescul­páveis, porque não corresponderam como deviam ao conhecimento do Deus supremo, revelado inicialmente a todos os povos. Não glorificaram a seu Criador e nem Lhe deram graças pela Sua bondade. O que é pior ainda, praticaram a idolatria, honrando e servindo a criatura em lugar dAquele que a criou. Como consequência, ca­íram numa espantosa degradação moral, arruinando a sua alma e corpo. O apóstolo não se preocupa em es­tabelecer sua culpabilidade, antes limita-se a enumerar suas características depravadas. Isso é suficiente para compreender por que a ira de Deus se revela contra eles.


A Culpabilidade dos Homens Cultos



Depois de ter apresentado o caso dos povos que pare­ciam ser mais distantes de Deus, a epístola aos Romanos interessa-se pelos homens que, então, constituíam o grupo mais seleto, todos aqueles que se sentiam em condições de julgar aos outros (Rm 2:1-16). Podiam ser tanto mo­ralistas como gregos versados em filosofia. O apóstolo os interpela nestes termos: "... és indesculpável quando julgas, ó homem, quem quer que sejas". Eles são declarados "in­desculpáveis", pois sob a bela aparência do ensino moral e do pensamento filosófico, ocultavam-se os quais impuros costumes. Contudo, é necessária uma argumentação bem construída para levá-los à convicção do pecado. Os três fatos em que é apoiada a demonstração do apóstolo tornam impossível qualquer escapatória do juízo de Deus.

Em primeiro lugar, este juízo é "segundo a verdade" (v. 2). Estes homens que condenam aos outros e se consi­deram superiores não enganam a Deus. O juízo divino é segundo a exata verdade. Deus não se apoia na aparência, mas considera o verdadeiro estado moral de cada um e conhece os pensamentos secretos dos homens.


Em segundo lugar, este juízo é "justo" (v. 5): pre­valecerá uma justiça absoluta e inflexível. Não serão julgadas somente as faltas manifestas, mas também o espírito argumentador desses homens e sua rejeição em se submeter à vontade de Deus.


Por último, este juízo é imparcial, porque "para com Deus não há acepção de pessoas" (v. 11). Ele terá em conta a responsabilidade de cada um. Alguns não tiveram mais que a voz de sua consciência para refreá-los, enquanto outros tiveram a seu dispor um vasto conhecimento da lei divina.

Todas estas declarações são suficientes para fechar a boca dos homens mais civilizados e convencê-los de que são culpáveis perante Deus.


A Culpabilidade dos Judeus



A terceira e última categoria de pessoas é claramente designada como sendo a dos judeus (Rm 2:17 a 3:20). Possuíam uma cultura não somente derivada de uma longa história, mas também de origem divina.

Se os homens mais instruídos se permitiam criticar os povos idólatras e apesar disso praticavam os mesmos pecados, os judeus religiosos iam mais longe ainda. Vangloriavam-se de possuir a lei de Deus, ensinavam-na aos outros com um espírito de superioridade, mas absolutamente não a praticavam, de maneira que o nome de Deus era blasfemado por causa deles. Para demonstrar a culpabilidade dos judeus, o apóstolo apoia-se em seus próprios escritos. As referências do Antigo Testamento que apresentam a profunda maldade da natureza humana lhes são aplicadas, porque "tudo o que a lei diz aos que vivem na lei o diz" (3:19), a saber, os judeus.

Estas acusações decisivas da lei não tinham em vista as outras nações, civilizadas ou não, mas certamente os judeus imbuídos de si mesmos, a fim de que as suas bocas fossem igualmente caladas e, assim, todo o mundo se mostrasse culpável perante Deus.


A Culpabilidade do Homem Moderno



Depois de ter visto como o apóstolo considera todos os homens do passado, devemos salientar que a culpabi­lidade do homem moderno está vinculada aos três casos considerados.

Em certos aspectos, por causa de sua decadência moral, o homem moderno se inclui no acampamento dos povos idólatras. Por sua vez, as características morais destes povos se parecem muito com a descrição proféti­ca dos homens dos últimos dias (vide 2 Tm 3:1-5). Por sua brilhante civilização científica, o homem de hoje em dia nos faz pensar igualmente nos gregos que eram os intelectuais da época. Finalmente, o homem moderno assemelha-se também aos judeus por sua cultura judaico- cristã. Orgulha-se de um passado religioso dos mais ricos, mas tem perdido a força da piedade e, em seu conjunto, tais pessoas têm renegado praticamente a fé cristã. 
 
(continua... )
Tradução e adaptação: http://boasemente.com.br

domingo, 5 de julho de 2015

Onde e como adorar?

(Leitura: Lucas 22:8-9)
Vídeo: https://youtu.be/qdF4SdhZuxY

Vimos a importância do que Pedro e João fizeram, ao perguntarem ao Senhor onde deveriam preparar a Páscoa. Naquela noite a Páscoa seria celebrada em milhares de lugares, mas Jesus estaria apenas no lugar indicado por ele. Se Pedro e João não tivessem perguntado e decidissem por si mesmos aonde ir, teriam celebrado a Páscoa sem desfrutar da presença do Senhor. Por isso também hoje devemos sempre perguntar ao Senhor onde e como adorá-lo, ou verificar na sua Palavra se estamos fazendo isso da forma correta.

Por exemplo, pergunte a ele se é correto estabelecer diferentes igrejas criando grupos independentes e com diferentes identidades, e a resposta será: “Concordem uns com os outros no que falam, para que não haja divisões entre vocês, e, sim, que todos estejam unidos num só pensamento e num só parecer.” (1 Co 1:10). E o Espírito seguirá mostrando que os que criam divisões e partidos entre os irmãos fazem isso “porque ainda são carnais... agindo como mundanos” (1 Co 3:3).


Se já é pecado dividir os irmãos, o que Deus dirá de dar diferentes nomes a essas divisões? O Senhor deixou claro que existe um único nome ao qual os salvos devem congregar para tê-lo em seu meio: “Onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles.” (Mt 18:20). E Paulo avisa que quando “estiverem reunidos em nome de nosso Senhor Jesus... estando presente também o poder de nosso Senhor Jesus Cristo” (1 Co 5:4), suas decisões serão endossadas no céu. Jesus garantiu isso, ao dizer: “Tudo o que vocês ligarem na terra será ligado no céu, e tudo o que vocês desligarem na terra será desligado no céu.” (Mt 18:18).

Apesar de vivermos cercados de “Igreja Isso” e “Igreja Aquilo”, o Espírito Santo diz o que pensa dessa colcha de retalhos criada pelos homens: “Há divisões entre vocês... cada um de vocês afirma: ‘Eu sou de Paulo’; ‘eu de Apolo’; ‘eu de Pedro’; e ‘eu de Cristo’. Acaso Cristo está dividido? Foi Paulo crucificado em favor de vocês? Foram vocês batizados em nome de Paulo?” (1 Co 1:11-13). “Pois quando alguém diz: "Eu sou de Paulo", e outro: "Eu sou de Apolo", não estão sendo mundanos?” (1 Co 3:4). Nenhuma distinção deveria existir entre os cristãos, pois em Cristo “já não há diferença entre grego e judeu, circunciso e incircunciso, bárbaro e cita, escravo e livre, mas Cristo é tudo e está em todos.” (Cl 3:11).

M. Persona. Fonte: http://www.3minutos.net/2015/03/613-onde-e-como-adorar.html

domingo, 28 de junho de 2015

O Plano de Salvação - O Perdão (Parte 1)

Que felicidade ser perdoado! Um filho o experimenta desde muito jovem quando a sua consciência desperta. Do mesmo modo, a necessidade do perdão de Deus, como resultado do sentimento de culpabilidade perante Ele, é frequentemente o primeiro sinal de que o Espírito começou a operar na vida de alguém.

Esperamos que o leitor já possua a certeza deste perdão pela fé no Senhor Jesus Cristo. O que se segue foi escrito para dar-lhe segurança a esse respeito e depois fazê-lo alegrar-se plenamente no fato de poder contar com tal perdão, o qual é uma bênção do Evangelho.

Todos Culpáveis Perante Deus


Em primeiro lugar, escutemos o que a epístola aos Romanos diz a respeito do perdão dos pecados, pois nesta epístola estão expostos os princípios fundamentais do Evangelho.

Depois de haver declarado, desde a introdução, que o Evangelho "é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê" (Rm 1:16), o apóstolo Paulo começa a sua exposição doutrinária falando da "ira de Deus" e da culpabilidade do homem.

Infelizmente, são numerosos aqueles que não querem reconhecer esta culpabilidade pessoal. Procuram destruir os fundamentos sobre os quais repousa sua responsabilidade perante Deus. Por um lado, alegam que há no homem uma suposta bondade natural, a qual conduziria a humanidade a um contínuo progresso moral e, por outro, rejeitam todas as normas recebidas com respeito ao bem e ao mal.

Para esses contendedores, o bem e o mal seriam completamente relativos, já que têm sido determinados no passado pelas pessoas mais influentes e em nossos dias pelas pesquisas de opinião. Segundo eles, o pensamento humano seria o único árbitro nestas questões. Por isso, a única culpabilidade que reconhecer é a inobservância dos usos e das leis vigentes num país numa época determinada ou, dito de outra maneira, uma culpabilidade ante seus semelhantes e ante a sociedade em geral. Esta maneira de ver descuida de um ponto capital: o homem não é totalmente independente e deverá render contas a seu Criador. Por isso, a ira de Deus se manifesta contra toda a impiedade - o fato de se viver sem Deus - e contra toda injustiça - o fato de se fazer o que Deus desaprova (Rm 1:18). A sua Palavra afirma que todos somos culpáveis perante Ele, mesmo que esta culpabilidade varie de um para outro.

A epístola aos Romanos apresenta o tema dividindo a humanidade em três categorias: em primeiro lugar estão os povos idólatras, depois os homens cultos e por último os judeus.

(continua... )

Tradução e adaptação: http://boasemente.com.br

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